Brasília, segunda-feira, 1 de setembro de 2014 - 16:58
TRABALHADORES
Ministro defende atual política de valorização do salário e do emprego
Fonte: MTE
"O aumento real do salário mínimo nos últimos dez anos foi de 82%, esse reajuste balizou os acordos coletivos em todo o País e precisa ter continuidade", destacou Dias
O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, defendeu na última sexta-feira (29), em São Paulo, que a valorização do emprego e do salário do trabalhador tenham continuidade. De acordo ele, entre as saídas para a continuidade da elevação dos salários e da geração de empregos (na situação de Pleno Emprego que o país vive) estão a qualificação do trabalhador e a formalização do trabalho.
"O aumento real do salário mínimo nos últimos dez anos foi de 82%, esse reajuste balizou os acordos coletivos em todo o País e precisa ter continuidade", destacou Dias.
O ministro acrescentou que as políticas do governo elevaram a formalização do emprego, porém, "esse avanço não pode ser aceito como definitivo", continuou.
Para Manoel Dias, o País ainda conta com pelo menos 14 milhões de trabalhadores na informalidade "e é por isso que o Ministério do Trabalho está investindo num grande programa de combate à informalidade, que tem como meta aumentar a formalização em pelo menos 10% no prazo de um ano", acrescentou.
Manoel Dias também lembrou da importância do Pronatec nesse processo e da criação da Universidade do Trabalhador, que está sendo implantada pelo MTE com foco na qualificação profissional. "A educação é fundamental nesse processo e nós teremos recursos para isso, graças a mudança que foi provida pelo governo na partilha dos royalties do petróleo", complementou.
"O aumento real do salário mínimo nos últimos dez anos foi de 82%, esse reajuste balizou os acordos coletivos em todo o País e precisa ter continuidade", destacou Dias.
O ministro acrescentou que as políticas do governo elevaram a formalização do emprego, porém, "esse avanço não pode ser aceito como definitivo", continuou.
Para Manoel Dias, o País ainda conta com pelo menos 14 milhões de trabalhadores na informalidade "e é por isso que o Ministério do Trabalho está investindo num grande programa de combate à informalidade, que tem como meta aumentar a formalização em pelo menos 10% no prazo de um ano", acrescentou.
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