Brasília, sexta-feira, 5 de dezembro de 2014 - 12:23
EDUCAÇÃO
Brasileiros tiveram avanços em matemática entre 2006 e 2013
Fonte: Agência Brasil
No quarto ano, pontuação do Brasil em matemática passou de 505,03 para 539,54, um acréscimo de 34,51 pontos
Dados do 3° Estudo Regional Comparativo e Explicativo (Terce), que avalia o rendimento em matemática, leitura e ciências de estudantes dos 4° e 7° anos do ensino fundamental de 15 países da América Latina e do Caribe, divulgado nesta quinta-feira (4) pela Unesco, mostra que os brasileiros obtiveram avanços em matemática entre 2006 e 2013.
No quarto ano, a pontuação do Brasil em matemática passou de 505,03 para 539,54, um acréscimo de 34,51 pontos. No sétimo ano, a pontuação subiu de 499,42 para 519,63, acréscimo de 20,21 pontos. Em relação à leitura, os alunos do 4° ano obtiveram aumento de rendimento de 15,76 pontos entre 2006 e 2013. O rendimento dos estudantes do 7° ano em leitura ficou estagnado, de acordo com o Terce, pois o crescimento foi 3,61 pontos.
Em relação às ciências, apenas 1,46% dos estudantes tiveram nível de desempenho considerado excelente. Esse foi o primeiro ano que a prova de ciências foi aplicada no país.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Francisco Soares, considera que o desempenho brasileiro no Terce está compatível com o obtido em outras avaliações, como a Prova Brasil. “Os resultados brasileiros não estão no ideal, por isso, falamos tanto na melhoria da qualidade da educação”, disse.
O estudo compara os gastos em educação pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) dos quinze países em 2012. O Brasil aparece como o terceiro que mais investiu em educação, atrás da Argentina e da Costa Rica. “O Brasil teve avanço muito importante nos gastos públicos em educação. Isso garante que se possa entregar serviços educacionais de melhor qualidade”, disse o representante da Unesco, Atilio Pizarro.
Em relação à America Latina e Caribe, o panorama geral apresentado pela Terce é que houve melhora na região e na maioria dos países que participam, mas ainda é necessário que haja avanços consideráveis.
O Terce avaliou 134 mil estudantes de mais de 3.200 escolas da América Latina e Caribe. Os países participantes foram: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e o estado mexicano de Nuevo León.
No quarto ano, a pontuação do Brasil em matemática passou de 505,03 para 539,54, um acréscimo de 34,51 pontos. No sétimo ano, a pontuação subiu de 499,42 para 519,63, acréscimo de 20,21 pontos. Em relação à leitura, os alunos do 4° ano obtiveram aumento de rendimento de 15,76 pontos entre 2006 e 2013. O rendimento dos estudantes do 7° ano em leitura ficou estagnado, de acordo com o Terce, pois o crescimento foi 3,61 pontos.
Em relação às ciências, apenas 1,46% dos estudantes tiveram nível de desempenho considerado excelente. Esse foi o primeiro ano que a prova de ciências foi aplicada no país.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Francisco Soares, considera que o desempenho brasileiro no Terce está compatível com o obtido em outras avaliações, como a Prova Brasil. “Os resultados brasileiros não estão no ideal, por isso, falamos tanto na melhoria da qualidade da educação”, disse.
O estudo compara os gastos em educação pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) dos quinze países em 2012. O Brasil aparece como o terceiro que mais investiu em educação, atrás da Argentina e da Costa Rica. “O Brasil teve avanço muito importante nos gastos públicos em educação. Isso garante que se possa entregar serviços educacionais de melhor qualidade”, disse o representante da Unesco, Atilio Pizarro.
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