Brasília, segunda-feira, 20 de junho de 2016 - 12:37
RETROCESSO
Centrais reagem a declarações pró-terceirização de Padilha
Fonte: Agência Sindical
Governo golpista e ilegítimo ataca direitos dos trabalhadores com medidas absurdas
Força Sindical, CTB, CSB, Nova Central e UGT rechaçaram as propostas do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, sobre mudanças na CLT. A fala do ministro interino ocorreu durante palestra a empresários paulistas, na última quinta (16). Ele defendeu a aprovação do projeto de lei da terceirização (PLC 30/2015) que tramita no Senado e uma dura reforma trabalhista.
Em nota, as Centrais rebateram Padilha, assinalando que quanto à terceirização, “o fundamental é defender a regulamentação dos 12 milhões de trabalhadores que, hoje, estão submetidos a uma legislação precária, que os penalizam de forma perversa”.
O texto lembra também que em todas as crises, oportunistas de plantão tentam emplacar reformas oque penalizam os assalariados. “Não vamos permitir qualquer mudança na legislação trabalhista que retire direitos dos trabalhadores”, enfatiza a nota.
“As prioridades do movimento sindical concentram-se na defesa de uma pauta trabalhista baseada na imediata redução da taxa de juros e na implementação de políticas que priorizem a retomada do investimento, do crescimento da economia”, completa.
Outras - O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e a Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos da CUT São Paulo também divulgaram nota condenando o ataque à CLT.
Últimas notícias
Mercosul-União Europeia: salto estratégico ou armadilha de longo prazo? Análise preliminar
15/1 - 10:56 |
O Orçamento da inversão: bilhões para parlamentares, austeridade para os pobres
7/1 - 20:1 |
3 anos do 8/1: dia de celebrar a democracia contra o golpismo bolsonarista
6/1 - 18:27 |
Isenção do IR pode render 14º salário de até R$ 4 mil para quem ganha R$ 5 mil mensais
5/1 - 17:22 |
Piso da categoria sobe de R$ 1.560 (Educ. Básica) e de R$ 1.562 (Ens. Superior) para R$ 1.621 com aumento do salário mínimo
Notícias relacionadas
3 anos do 8/1: dia de celebrar a democracia contra o golpismo bolsonarista
5/1 - 17:22 |
Piso da categoria sobe de R$ 1.560 (Educ. Básica) e de R$ 1.562 (Ens. Superior) para R$ 1.621 com aumento do salário mínimo
26/11 - 9:16 |
SAEP garante que trabalho igual não pode ter salário desigual no Ensino Superior
25/11 - 18:14 |
Condenados do núcleo crucial começam a cumprir pena: Bolsonaro permanecerá na PF
13/11 - 13:30 |
A contrarreforma que nos marcou: o que é preciso para revertê-la

